Cada dia de carga parada em zona primária custa diária de armazenagem. Com a DTA (Declaração de Trânsito Aduaneiro), a BBT leva sua carga lacrada do porto ou aeroporto para um recinto alfandegado mais ágil ou mais próximo da sua operação — como os portos secos de Anápolis (GO) e Uberaba (MG) — e o desembaraço acontece lá, com menos custo e mais controle.
Falar com a equipe COMEX sobre DTA
Recintos atendidos pela BBT em DTA
- Origem: Porto de Santos (SP), Porto de Itajaí (SC) e aeroportos internacionais (a partir da base da BBT em Guarulhos).
- Destino: Porto Seco de Anápolis (GO), Porto Seco de Uberaba (MG) e demais EADIs e recintos alfandegados, conforme a operação.
- Rotas típicas: Santos → Anápolis, Santos → Uberaba, Itajaí → Anápolis, aeroporto → porto seco — com entrega final ao CD ou fábrica do importador no Centro-Oeste, Norte, Nordeste ou onde a operação exigir.
Quando o transporte em DTA compensa
- Quando a carga vai ficar dias aguardando desembaraço em porto ou aeroporto e a diária de armazenagem pesa no custo total.
- Quando o recinto de destino (porto seco/EADI) fica mais perto do seu CD ou da sua fábrica do que o porto de chegada — caso típico de importadores de Goiás, Minas, Mato Grosso e Distrito Federal que desembaraçam em Anápolis ou Uberaba em vez de Santos.
- Quando há risco de demurrage de contêiner e a remoção rápida evita a multa.
- Quando a operação precisa de previsibilidade: veículo lacrado, rota definida, rastreamento e relatório.
Como funciona a operação de DTA com a BBT
- Análise da operação: recebemos os dados da carga (origem, recinto de destino, tipo de contêiner ou carga solta, prazo) e avaliamos se a DTA é a melhor estratégia.
- Planejamento e documentação: alinhamento com o despachante aduaneiro e com o recinto de destino para a emissão da DTA.
- Remoção da carga: veículo lacrado retira a carga no porto, aeroporto ou recinto de origem.
- Transporte monitorado: rastreamento em tempo real e gestão de risco durante todo o trajeto.
- Entrega no recinto alfandegado e relatório pós-operação: comprovação da entrega e registro de todas as etapas.
O que a BBT entrega no DTA
- Equipe COMEX própria, com base operacional em Guarulhos (SP), que fala com o despachante e com o importador.
- Frota própria de 83 veículos, com gestão de risco e monitoramento 24h.
- Rastreamento em tempo real e relatório pós-operação.
- Atendimento a Santos, Itajaí, aeroportos internacionais, portos secos de Anápolis e Uberaba, EADIs e recintos alfandegados.
- Integração com as demais operações da BBT: lotação dedicada, transporte urgente e carga fracionada para a distribuição final.
Simule a economia com DTA
Informe o custo diário de armazenagem no porto/aeroporto e quantos dias a carga ficaria parada. O resultado é uma estimativa para orientar a decisão — a cotação do transporte em DTA é feita pela equipe COMEX.
Para quem é o transporte em DTA da BBT
- Importadores que querem reduzir custo portuário e ganhar previsibilidade de entrega.
- Despachantes aduaneiros que precisam de um transportador que conheça a operação de trânsito aduaneiro e responda rápido.
- Trading companies com volume recorrente e vários recintos de destino.
- Indústrias que recebem insumos importados e não podem parar a linha.
Perguntas frequentes sobre DTA
O que é DTA?
DTA é a Declaração de Trânsito Aduaneiro: o regime que permite transportar uma carga ainda não desembaraçada, sob controle aduaneiro, de um recinto alfandegado para outro — por exemplo, do Porto de Santos para o Porto Seco de Anápolis.
Qual a diferença entre DTA e DI?
A DI (Declaração de Importação) é o documento do desembaraço, quando a carga é nacionalizada. A DTA é o documento do trânsito: move a carga entre recintos antes do desembaraço. Na prática, a DTA vem antes da DI quando a empresa opta por desembaraçar em outro recinto.
A BBT retira carga no Porto de Santos e em Itajaí?
Sim. A operação COMEX da BBT atende os portos de Santos (SP) e Itajaí (SC), além dos aeroportos internacionais, com remoção em DTA para os portos secos de Anápolis, Uberaba e outros recintos alfandegados.
Quanto tempo leva uma operação de DTA?
Depende da distância entre os recintos, da liberação da DTA e da disponibilidade do recinto de destino. A BBT informa o prazo estimado na cotação, com base na rota e no tipo de carga.
Quem solicita a DTA: a transportadora ou o despachante?
Normalmente o despachante aduaneiro do importador registra a DTA; a BBT atua como transportador habilitado, alinhando documentação, lacre, rota e prazo com o despachante e com os recintos envolvidos.
A BBT atende carga aérea em DTA?
Sim. A operação COMEX da BBT atende remoção de carga aérea (AWB) e marítima (contêiner ou carga solta) para recintos alfandegados, conforme a análise de cada operação. Veja a página de cargas aéreas AWB.
Como solicitar uma cotação de transporte em DTA?
Envie origem (porto, aeroporto ou recinto), recinto de destino, tipo de carga, peso, volume e prazo desejado para a equipe COMEX pelo WhatsApp ou pelo formulário de cotação.
Página de COMEX | Transporte para importação | Transporte para exportação | Cargas aéreas AWB | Formulário de cotação