Uma operação deflagrada hoje pelo Ministério Público de São Paulo e Polícia Civil que investiga suspeita de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio da empresa de ônibus Transunião prendeu o vereador paulistano Senival Pereira de Moura (PT).
O que aconteceu
A operação Última Parada cumpre cinco mandados de prisão temporária. O Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e e o Ministério Público de São Paulo ainda cumprem 103 mandados de busca e apreensão na capital, Grande São Paulo e Extrema (MG).
Além de Senival, Denival de Souza Nascimento, o Sapo, homem de confiança do político, também é alvo da ação. A defesa do parlamentar disse que recebeu com indignação a notícia de prisão temporária, "sobretudo porque foi determinada em um momento extremamente sensível, às vésperas do período eleitoral".
O vereador presidia na Câmara a Comissão de Trânsito e Transporte, responsável por fiscalizar o setor, enquanto fazia parte do núcleo criminoso, apontam as investigações. Conforme o inquérito policial, ele usava seu escritório político para armazenar planilhas informais de controle da frota e fluxos de caixa da Transunião.
O presidente da Transunião, Lourival de França Monário, ainda é procurado. O UOL entrou em contato com a empresa para um posicionamento, mas não teve retorno até o…
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