Telhado de vidro – Diário do Amapá




Tem um antigo ditado que diz que quando alguém ou pessoas metaforicamente jogam muitas pedras em alguém com certeza e com cerveja querem esconder o jogo pra evitar a descoberta da sujeira escondida debaixo do tapete.

Este tipo de gente é exatamente aquele tipo maluco com metralhadora giratória, ele que alucinadamente dispara pra todo lado sem antes raciocinar para ter a exata dimensão da situação, analisar os fatos, avaliar as formas racionais de estratégia.

Gente assim não pensa, apela, e apela muito, e sempre e quase sempre dá vazão a absurdas emoções, fazem cagadas mil, fazem de tudo pra atrair a atenção pública, e depois, tardiamente se arrependem!

E aí, senhores e senhoras, Inês já é morta!

A cagada tá feita!

Tarde demais para retificações e desculpas esfarrapadas!

Foi assim e está sendo assim com o caso do Banco Master e foi assim e está sendo assim com o caso do escândalo da Previdência Social, uma “promocion” gerada pelo tal Careca da Previdência, exatamente “o cara” que muito aprontou pros aposentados e pensionistas, nomeado no governo bolsonarista.

Agora, o caso do Banco Master cai “coladinho” no “colinho” do Flávio, logo ele que vive a jogar pedras no presidente Lula, e paralelamente, tira uma de “gringo latino americano”, justamente, aquela “linda mente brasileira” a lamber as botas de Donald Trump e séquitos seguidores.

Resultado do ato nupcial com o “Master” Vorcaro e com o trumpismo:

Queda inevitável nas pesquisas!

Sinal de que a sociedade brasileira está acordando, não dorme e está atenta aos fatos, ao noticiário nacional e internacional, pois, afinal de contas, nem tudo que reluz é ouro!

Portanto, quem tem telhado de vidro, não atire pedras nos outros! 

A história mostra fatos e mais fatos de discursos nacionalistas sempre a escamotear más intenções totalitárias.

Adolf Hitler, Mussoline, Stalin, Hugo Chavez e Maduro começaram exatamente assim, com falsos discursos populistas, discursos nacionalistas, para depois, articularem acordos até com o “coisa ruim” visando a extensão do poder.

As conveniências de momento sempre colocam em xeque-mate o caráter político deste tipo de gente, se é que se pode chamar de gente déspotas e entreguistas capazes de tudo pra se manter no poder.

Saber separar o joio do trigo, caríssimo eleitor, e o caroço, da boa fruta, eis o X da questão!

Refletir, é preciso!

É isso aí gente!               





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