Mostra de Dança de Manaus celebra 30 anos com apresentações gratuitas


Manaus – A dança amazonense estará em destaque nesta sexta-feira (5), com uma programação especial, em um Teatro, localizado na avenida Joaquim Nabuco, bairro Centro, zona sul da capital. O espetáculo inicia às 19h e contará com entrada gratuita. Os ingressos podem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla.

(Foto: Divulgação)

Criado em 1996 pela bailarina Ana Mendes e pelo jornalista Eduardo Monteiro de Paula, o MODAMA – Mostra de Dança de Manaus celebra 30 anos de história no Teatro ICBEU. O grupp consolidou-se como um dos mais importantes eventos de dança do Amazonas. Ao longo de três décadas, a mostra tem promovido o intercâmbio entre artistas, companhias e escolas de dança, se tornando um espaço de valorização da produção artística local e de formação de público.

Nesta edição comemorativa, o público poderá prestigiar os espetáculos “Filhos do Tempo”, do Ballet da Barra; “Legião”, da Pajé Cia de Dança; “Carbono” e “Primavera”, da EntreCorpus Cia de Dança; “O Velho e o Mar”, do Levé Studio de Dança; e “Transfiguração”, do Fragmento de Rua.

(Foto: Divulgação)

A programação reúne diferentes estilos e linguagens, refletindo a diversidade e a riqueza da dança produzida na capital amazonense.

Para o diretor do Teatro, Baldoino Leite, sediar uma edição tão emblemática reforça o compromisso do espaço com a cultura local. “Receber os 30 anos do MODAMA é uma honra para o Teatro. Trata-se de um evento que ajudou a construir a história da dança no Amazonas e que segue inspirando novas gerações de artistas. Ficamos felizes em proporcionar ao público uma programação de alta qualidade artística”, afirmou.

(Foto: Divulgação)

A bailarina Ana Mendes, destaca a importância da trajetória construída ao longo dessas três décadas. “A MODAMA é mais do que um evento, é um espaço de encontro, de troca, de formação e, principalmente, de resistência da dança no Amazonas. E chegar aos 30 anos é, sem dúvida, uma conquista coletiva. A Mostra de Dança de Manaus segue viva porque existe uma rede de artistas que acredita na dança como força cultural, educativa e transformadora”, ressaltou.





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