
Já sabemos que a criança que nunca cair nunca irá saber se levantar quando cair, quando adulto. As quedas nos ensinam como levantar. Logo, elas são erros que nos ensinam a aprender com os erros. A felicidade está na vitória. E esta está no vencimento. O que mantém a felicidade dentro de nós, na nossa vida. Quando somos felizes não perdemos tempo com pensamentos negativos no passado. O que passou, passou e o importante é que tenha nos deixado motivos para viver feliz no futuro. E tudo vai depender de cada um de nós. É só não se preocupar com os trancos que nos amedrontam, e passar por cima deles, com coragem e determinação. Já falei várias vezes pra você, sobre o Lobinho Raimundinho. Quando num exercício como escoteiros, lhe perguntei o que ele faria se encontrasse uma árvore caída e atravessada no caminho. E o Raimundinho, lobinho do escotismo, respondeu: “Eu pulo pu riba”. Eu também já pulei tantas vezes, Raimundinho. E este papo com o Raimundinho é verídico e aconteceu na Escola de Base, na Base Aérea de Natal, no Rio Grande do Norte, em 1950.
Charles Spurgeon, também já nos disse: “O que faz a felicidade não é quanto temos, mas quanto desfrutamos”. E desfrutar o quê? Não podemos dizer que estamos desfrutando o máximo da vida, com exibicionismo. Estão nos saturando com acontecimentos exóticos e de certa forma hilários, com a alegria no poder da força na economia pessoal. Quando, na verdade, a felicidade verdadeira está no que se sente feliz com tudo de bom e bonito que se passa à sua volta, na simplicidade da felicidade. O Roberto Shinyashiki também disse: “O sucesso é ser feliz”. Um pensamento simples, mas enriquecedor. Qual a dificuldade em ser feliz consigo mesmo? Vamos refletir sobre isso e reiniciar a nossa caminhada para a evolução racional. Porque enquanto continuarmos nessas briguinhas comadrescas e enjoativas nunca seremos felizes.
Estamos caminhando para mais um final de mês, de um período tenebroso nas desordens pelo mundo a fora. Vamos ser mais familiares e construir nossa felicidade nos nossos lares, onde criaremos e educaremos seres humanos, para a humanidade. E como queremos que seja a humanidade dos nossos descendentes? Vamos buscar nossa felicidade dentro de nós mesmos, ou mesmas. Afinal somos todos iguais, acreditemos ou não. Tenha um bom dia e viva nele, cada minuto, com prazer e felicidade, mas com sinceridade com você mesmo, ou mesma. Nada de fingir ser feliz, apena seja. E tudo é muito simples. Pense nisso.
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