Macapá (AP) – A Prefeitura de Macapá iniciou nesta terça-feira (19) uma nova etapa do pacote de obras de infraestrutura urbana que promete alcançar importantes corredores da capital. O prefeito Pedro DaLua assinou ordem de serviço para execução de intervenções avaliadas em R$ 16 milhões, recursos oriundos de emenda parlamentar do senador Lucas Barreto (PSD).
A primeira frente de trabalho será executada na Rua Jovino Dinoá, em um trecho de quase 1,5 quilômetro até a Avenida Antônio Coelho de Carvalho. O cronograma também prevê obras futuras nas vias Hidemar Maia, Diógenes Silva e Mendonça Júnior, consideradas estratégicas para o fluxo urbano da cidade.
Segundo a prefeitura, o projeto inclui não apenas novo pavimento, mas também recuperação estrutural das vias, reconstrução de calçadas e implantação de acessibilidade. Em alguns trechos será utilizada a técnica de fresagem, procedimento que remove partes deterioradas do asfalto para reforçar a durabilidade da pista antes da nova camada de revestimento.
“Investir na infraestrutura urbana é necessário, porque garante à população a dignidade de locomoção. Então, nesta semana já iniciamos esses serviços, e não é de qualquer jeito, é com os melhores materiais, melhores técnicas e tecnologia de infraestrutura, porque queremos entregar obras de qualidade ao povo amapaense, que sejam duradouras”, esclareceu o prefeito DaLua.

Prefeito ouve explicações do secretário de Obras Leonardo Craveiro. Fotos: Clétio Souza/Semcom
O secretário municipal de Obras, Leonardo Craveiro, informou que regiões mais baixas da cidade, como as avenidas Enertino Borges e Mendonça Júnior, receberão reforço especial no solo com aplicação de pedra rachão para aumentar a estabilidade das vias.
“O cronograma de execução para as quatro vias é de 8 meses, embora o prazo contratual total seja de 12 meses. E, apesar do período de chuvas, as equipes manterão a continuidade dos serviços, aproveitando os períodos de sol. Além da nova pavimentação, o projeto contempla a requalificação das calçadas, com alargamento e implementação de rotas acessíveis”, explicou Craveiro.