
Nesta sexta-feira, 17, o Governo do Estado fará a inauguração do Palácio da Cultura Mestre Jansen, que abriga a sede do Conselho Estadual de Política Cultural e passou por uma reestruturação após quatro décadas, como disse na manhã desta quinta-feira, 16, a secretária estadual de cultura, Clícia Di Miceli, para o fortalecimento do setor.
“É mais um fortalecimento do setor cultural, para a memória, história e identidade. O Conselho de Cultura é um templo de debate, porque reúne conselheiros representando a sociedade civil e conselheiros do poder público. Então, a partir das suas cadeiras, dos seus segmentos, conseguem acompanhar as ações da política pública, propor, fiscalizar”, pontuou secretária no programa LuizMeloEntrevista (Diário FM 90,9).
A estrutura conta com praça, biblioteca, galeria de artes equipada com cavaletes e espaço de exposição nas paredes. Também tem o espaço do plenário equipado para funcionar para as sessões e também para espetáculos.
“Quando não estiver sendo utilizado nas sessões plenárias, essa sala se transforma em uma sala de espetáculos. Então, ela está toda equipada com iluminação cênica; o palco, esse modelo de palco, de espaço de cultura, se chama caixa preta. É uma das modalidades de sala de espetáculos porque ela não exige cenário, não exige grandes estruturas”, explicou Clícia.
O local faz homenagem a duas figuras que foram importantes para a cultura local: o Mestre Jansen, que deu nome ao local, foi conselheiro de cultura do segmento capoeira, e ao Carlos Lima, artista santanense de teatro e contação de histórias, que dá nome à praça de entrada.
“O governador vai entregar esse espaço totalmente reformado e requalificado. Amanhã, dia 17, às 17 horas, endereço Cora de Carvalho, entre Hamilton Silva e Manoel Eudóxio, com uma grande programação feita pelos artistas do Amapá. O palco vai estar livre, aberto a todo mundo e vai ser um grande encontro da cultura aqui no novo Conselho Estadual de Política Cultural”, proclamou Clícia Di Miceli.
A secretária também falou do Plano Estadual de Cultura que, segundo ela, foi elaborado durante dois anos, através de escutas nos conselhos e em todos os municípios do estado, visitando territórios quilombolas, indígenas, áreas ribeirinhas, extrativistas, para ouvir o fazedor de cultura, aquele que está no grande palco, mas distante da estrutura que as cidades oferecem.
Clícia informou que a minuta final do Plano de Cultura está à disposição em secult.portal.ap.gov.br e também nas redes sociais da Secretaria de Cultura, aberto a contribuições, disponível até 4 de maio. Depois, o projeto será encaminhado para a Assembleia Legislativa para ser transformado em lei logo após sancionada pelo governador Clécio Luís.
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