A preocupação ganha força porque o histórico recente mostra que o sarampo pode retornar mesmo após ter sido eliminado. Em 2019, o Brasil perdeu o certificado conquistado em 2016 após um período prolongado de transmissão contínua, resultado da combinação entre casos internacionais, indivíduos não imunizados e queda da vacinação.
Por isso, a Copa de 2026 funciona como um teste para os sistemas de vigilância epidemiológica da região. Mais do que evitar casos durante o torneio, o objetivo é impedir que o evento contribua para reintroduzir uma doença que muitos países passaram décadas tentando eliminar
Com informações da Revista Galileu