O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), afirmou que as investigações sobre supostas torturas em penitenciárias do Estado, foram temporariamente deixadas em segundo plano para priorizar a apuração da morte do detento Walmir Paulo Brackmann, ocorrida em maio do ano passado no Presídio Ferrugem, em Sinop.
Segundo relatos de outros presos, ele teria morrido após um policial penal aplicar um tubo de spray de pimenta em seu nariz. Em junho deste ano, o magistrado determinou o afastamento de 14 policiais penais suspeitos de envolvimento em torturas e maus-tratos contra detentos na unidade, além da exumação do corpo de Walmir para nova perícia.
“Ainda ontem eu conversei com o delegado Pablo, que é encarregado das investigações, ele está cuidando, terminando primeiro de apurar a questão da morte de um dos reeducandos da penitenciária de Sinop, mas tão logo concluído ele vai voltar às investigações das torturas”, disse.
Na decisão, Perri afirmou que a permanência dos servidores no presídio poderia comprometer as investigações. Tortura e morte Delegado está investigando morte de reeducando em presídio, diz Perri
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