Urna eletrônica acabou com fraudes, diz Cármen Lúcia


A urna eletrônica foi apontada como responsável por eliminar fraudes no processo eleitoral brasileiro, segundo a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, durante evento que marcou os 30 anos de uso do sistema no país.

A declaração reforça que a urna eletrônica representa um marco na modernização das eleições brasileiras, substituindo o antigo modelo de votação em papel, que exigia contagem manual e estava mais sujeito a irregularidades.

Durante o evento, a ministra destacou que a urna eletrônica encerrou práticas como voto por terceiros e manipulações no processo de apuração, garantindo maior segurança e transparência aos resultados eleitorais no Brasil.

A adoção da urna eletrônica começou em 1996 e, desde então, passou a ser utilizada em todas as eleições gerais e municipais, tornando o Brasil referência internacional no sistema de votação digital.

O TSE também apresentou ações voltadas à educação eleitoral, incluindo iniciativas para jovens eleitores, reforçando a importância da participação cidadã no processo democrático que utiliza a urna eletrônica.

A ministra ressaltou ainda que o sistema contribui para a confiança no processo eleitoral e para a consolidação da democracia, ao assegurar que os resultados reflitam com precisão os votos registrados na urna eletrônica.

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