A cena se repete em diferentes cantos do país: não há carros disponíveis para alugar, hotéis operam com alta ocupação, aeroportos vivem cheios e restaurantes seguem movimentados. Em Rio Branco, duas das maiores locadoras do Brasil não tinham um único veículo disponível. Em Porto Seguro, o roteiro foi o mesmo. No Acre, em Porto Velho ou na fronteira de Brasiléia com Epitaciolândia, a sensação é clara: o consumo está vivo e forte. Mas, ao mesmo tempo, os números mostram um…