O PL deve discutir uma candidatura própria ao Governo de Roraima na eleição suplementar, cujo formato ainda não foi definido. Nessa terça-feira (28), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para ordenar pleito para mandato-tampão até 6 de janeiro de 2027 com a cassação do governador Edilson Damião (União Brasil) e a inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium (Republicanos).
Nos bastidores, o nome favorito é o do ex-prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique (PL), presidente estadual da sigla, e que já se colocou à disposição para disputar o Senado ou o Governo na eleição ordinária.
Ele renunciou ao cargo em 2 de abril e poderia concorrer ao Palácio Senador Hélio Campos porque trocou o MDB pelo partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 17 de outubro de 2025, portanto, dentro do prazo mínimo de seis meses antes da eleição.


O deputado federal Nicoletti (PL), que no pleito ordinário se coloca como alternativa para o Senado ou para buscar a reeleição, também já se apresentou disposto a concorrer ao governo-tampão. Embora recém-filiado, ele acredita, nos bastidores, haver entendimentos jurídicos para sustentar a própria candidatura.
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Para bater o martelo, a cúpula estadual do PL – que também reúne o prefeito Marcelo Zeitoune (PL), presidente municipal, e o ex-vereador Subtenente Velton (PL), vice-presidente e secretário-geral do diretório estadual – deve se reunir com o presidente nacional Valdemar Costa Neto na próxima terça-feira (5), em Brasília.
O partido do ex-presidente Jair Bolsonaro busca protagonismo na corrida eleitoral roraimense em 2026, como alternativa alinhada às pautas de liberdade econômica, defesa da família e desburocratização do Estado.