‘Porto do Povo’ vira vitrine do turismo amapaense com lançamento do Bora de Barco – SelesNafes.com


Santana (AP)

O Porto do Povo, o mais estruturado terminal hidroviário do Amapá, localizado na cidade de Santana (17 km de Macapá), começa a ganhar uma nova função além do transporte fluvial. Neste sábado (20), a partir das 17h, o espaço será apresentado oficialmente como uma vitrine das potencialidades turísticas do Amapá com o lançamento do Programa Bora de Barco, iniciativa da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Amapá (ABAV) e do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

A proposta é transformar o terminal em um ponto permanente de experiências voltadas ao turismo regional, reunindo atrações ligadas à cultura amazônica, gastronomia, empreendedorismo e aos roteiros fluviais que fazem parte da identidade do estado. A ideia é utilizar o espaço como um ambiente de conexão entre moradores, visitantes e os diversos segmentos que movimentam a cadeia turística.

Durante o evento, o público poderá participar de atividades embarcadas, conhecer produtos regionais, acompanhar apresentações culturais e ter contato com iniciativas ligadas à economia criativa. A expectativa é fortalecer a imagem de Santana como um dos principais acessos aos atrativos naturais do Amapá, especialmente aqueles ligados aos rios e às comunidades ribeirinhas.

Porto do Povo é o mais bem estruturado terminal hidroviário do Amapá

Senador conseguiu recursos para o Dnit construir o terminal em Santana. Foto: Arquivo

O lançamento ocorre poucos meses após a inauguração do Porto do Povo, construído pelo Dnit com recursos indicados pelo senador e governo do Estado. Além de melhorar a mobilidade fluvial, o terminal passou a ser visto como um equipamento estratégico para estimular negócios, fomentar o turismo sustentável e ampliar a circulação de visitantes na região.

“O Porto do Povo é um símbolo de transformação para Santana. Agora, com o Bora de Barco, espaço deve se tornar também um ponto de encontro entre turismo, cultura, empreendedorismo e geração de renda, valorizando aquilo que o Amapá tem de mais autêntico: suas águas, sua gente e sua identidade”, destaca o senador Randolfe.





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