O Globoplay definiu o título que faltava para fechar o seu calendário de novelas verticais. Em dezembro, a plataforma de streaming lançará Eu Não Era Louca, Era Casada. A trama escrita por Ecila Pedroso e dirigida por Adriano Melo –um dos nomes fortes do gênero na Globo — já está em gravações.
O elenco traz Fernanda Rodrigues, que trabalhou com Melo em Fuzuê (2023). Recentemente, a atriz lamentou ter ficado de fora de A Viagem: O Filme. No remake produzido pela Globo em 1994, ela interpretou Bia, filha de Estela, papel de Lucinha Lins –que participa do longa como Maroca.
Barbara Reis, recém-saída de Três Graças (2025), também integra o time de Eu Não Era Louca, Era Casada, que conta ainda com Ricardo Pereira, Danielle Winits, Daniel Rocha, Rose Moraes e Ilvio Amaral. Os trabalhos ocorrem na cidade cenográfica de Êta Mundo Melhor! (2025).
Antes da trama, o Globoplay estreia outras seis novelinhas. Então É Amor?, de Gustavo Reiz, com direção de Marcelo Zambelli, será disponibilizada nesta terça-feira (16). Reiz também responde por O Acerto de Contas das Gêmeas Trocadas, título de julho. A produção dirigida por Roberta Richard marca o retorno de Giulia Gam à dramaturgia.
Em agosto, a plataforma de streaming oferecerá Quando o Coração Entra em Campo, escrita por Rodrigo Lassance e dirigida por Adriano Melo.
Amor Sob Vigilância, de Ecila Pedroso, com direção de Cristiano Marques, virá em setembro. Marques também está envolvido em Nas Profundezas do Amor, criada por Paulo Ferreira e com lançamento agendado para outubro. Em novembro, Herdeira por Direito, Milionária por Vingança, parceria de Ingrid Zavarezzi e Vitor de Oliveira, novamente sob direção de Melo.
Em alta
Craques do jornalismo, Pedro Bassan e Rodrigo Carvalho engrandeceram o Jornal Nacional com suas matérias sobre a Copa do Mundo. Bassan resumiu com maestria a primeira partida do Brasil no torneio, no último sábado (13). Carvalho conduziu uma reportagem bem humorada sobre o Marrocos, adversário da Seleção Brasileira.
Em baixa
Quadro que marca a estreia de Virginia Fonseca no Domingão com Huck, o Diário de Virginia consiste numa sequência, desinteressante, de Stories. Luciano Huck precisa narrar as atividades da influenciadora digital para dar certa coerência à atração. Mais uma bobagem atribuída à insistência da Globo em figuras que se notabilizaram na internet –e que pouco agregam à TV aberta.