A pré-campanha à Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda vive um impasse em torno do vice da chapa e tem visto pouca ou nenhuma diferença, em termos de votos, nos nomes de aliados testados em pesquisas encomendadas pelo partido.
A discussão também acabou em segundo plano nas últimas semanas, em meio ao desgaste enfrentado por Flávio por causa da relação dele com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e da ameaça de novo tarifaço dos Estados Unidos ao Brasil.
Parlamentares envolvidos na pré-campanha afirmam que dificilmente a decisão será tomada antes da metade de julho. O senador deve aproveitar o período da Copa do Mundo para montar todos os palanques estaduais e destravar alianças com outros partidos.
Nos últimos meses, o PL incluiu nas pesquisas internas os nomes da senadora Tereza Cristina (PP-MS), das deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE) e da vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL).
Integrantes da pré-campanha de Flávio afirmam sob reserva que nenhuma das parlamentares agrega votos. Apesar disso, a avaliação geral é de que elas também não atrapalham o desempenho dele e trariam uma imagem positiva para a chapa por serem ficha limpa e mulheres.
No caso de Clarissa e Priscila, também haveria uma sinalização ao eleitor nordestino, onde o senador enfrenta desvantagem. A presença delas na chapa indicaria ainda o apreço de Flávio ao eleitorado religioso. Clarissa e Priscila são evangélicas; Simone, católica.
O entorno de Flávio tem…
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