Amazônia e Cerrado registram queda no desmatamento, anuncia Lula


Apenas no mês de maio, a queda foi de 61,4%, o melhor resultado para o período desde o início da série histórica. “Na questão ambiental não tem ninguém no mundo que está levando tão a sério quanto nós estamos levando”, declarou o presidente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta semana a redução dos índices de desmatamento na Amazônia e no Cerrado durante visita à sala de monitoramento do Observatório Regional Amazônico (ORA), em Brasília. Os dados apontam uma queda significativa na derrubada da vegetação nativa, resultado das ações de fiscalização e proteção ambiental adotadas pelo governo federal.

Ao comentar os números, Lula afirmou que o Brasil tem assumido uma posição de destaque na agenda ambiental mundial. “Na questão ambiental não tem ninguém no mundo que está levando tão a sério quanto nós estamos levando”, declarou o presidente.

Segundo informações do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia registrou redução de 37,5% no desmatamento acumulado entre agosto de 2025 e maio de 2026, em comparação com o mesmo período anterior. Apenas no mês de maio, a queda foi de 61,4%, o melhor resultado para o período desde o início da série histórica.

No Cerrado, os dados também indicam avanço. O bioma apresentou redução de 8,2% no desmatamento acumulado nos últimos dez meses e queda de 12,2% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Durante o evento, o presidente destacou que a preservação ambiental é uma das prioridades de seu terceiro mandato e reafirmou o compromisso assumido pelo Brasil de alcançar o desmatamento zero até 2030. A meta integra os compromissos climáticos apresentados pelo país em fóruns internacionais e reforça a preparação brasileira para as discussões globais sobre meio ambiente.

As autoridades presentes ressaltaram ainda que a redução do desmatamento é fundamental para o combate às mudanças climáticas, a conservação da biodiversidade e a proteção dos povos que vivem na região amazônica e no Cerrado. Com informações do Gov e ORA.

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