
A Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, terá um retrato da diversidade cada vez mais presente no futebol internacional. Entre as 48 seleções classificadas para o torneio, apenas oito contam com os 26 jogadores convocados nascidos dentro do próprio território nacional.
Brasil, África do Sul, Arábia Saudita, Áustria, Colômbia, Panamá, Suécia e Tchéquia são os únicos países que chegam ao Mundial com elencos totalmente formados por atletas naturais de seus respectivos países.
No total, a competição reúne 289 jogadores que representam seleções diferentes daquelas onde nasceram. O número evidencia o aumento de atletas com dupla nacionalidade ou que optaram por defender o país de origem de seus familiares.
O caso mais emblemático é o de Curaçao. Dos 26 convocados pela seleção caribenha, 25 nasceram na Holanda, país ao qual a ilha mantém vínculos históricos e institucionais. Essa ligação ajuda a explicar a composição do elenco.
Adversário do Brasil na estreia da Copa do Mundo, marcada para sábado (13), Marrocos também aparece entre as seleções com maior número de atletas nascidos fora de suas fronteiras. Dos 26 jogadores convocados, 19 vieram ao mundo em outros países, principalmente na Europa.
Na Seleção Brasileira, a lista ampliada de 55 nomes teve apenas um jogador nascido fora do país. O meio-campista Andreas Pereira nasceu em Duffel, na Bélgica, mas possui nacionalidade brasileira e já defendeu a equipe comandada por Carlo Ancelotti.