"Gemini"…



A Operação Gemini, deflagrada pela Polícia Federal nesta segunda-feira (8), recebeu esse nome em referência ao codinome utilizado pelo lobista mato-grossense Andreson Gonçalves da Silva para identificar um dos envolvidos no suposto esquema de venda de sentenças, vazamento de informações sigilosas e lavagem de dinheiro no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).
 
Segundo a PF, o envolvido é um dos alvos da operação, mas não teve o nome revelado. O contato dele, salvo no celular do lobista como "Gemini", foi decoberto durante a perícia realizada no celular de Andreson. Ainda de acordo com a investigação, a pessoa seria o operador financeiro ligado ao gabinete do desembargador afastado do TJ-MT, Dirceu dos Santos.
 
"A operação recebeu o nome de "Gemini" (do latim ‘gêmeos’), em alusão direta à alcunha literal utilizada pelo lobista e intermediário do esquema em sua agenda telefônica para identificar o operador financeiro do gabinete", disse a PF.
  
Entre os alvos estão o desembargador Dirceu, o advogado Bruno Castro e o deputado estadual Faissal Calil (PL). A PF cumpre mandados de busca e apreensão, além de medidas de quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático. Conforme apurado pela reportagem, um dos investigados foi preso em flagrante durante o cumprimento das ordens judiciais. "Gemini" PF batizou operação com "codinome" de investigado em celular de lobista de MT PF batizou operação com "codinome" de investigado em celular de lobista de MT



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