Polícia Civil prende em Manaus suspeito de envolvimento em homicídio em Boa Vista



A Polícia Civil de Roraima prendeu neste sábado (6), em Manaus (AM), um jovem de 22 anos investigado por participação no homicídio de Ruan Dayllon Gomes Oliveira, ocorrido em setembro de 2025, em Boa Vista. A ação foi realizada por agentes da Delegacia Geral de Homicídios (DGH), que cumpriram mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

De acordo com o delegado João Evangelista, responsável pela DGH, a prisão é resultado de uma investigação iniciada logo após o crime, envolvendo diligências de campo, coleta de depoimentos e uso de inteligência policial para identificar os envolvidos.

O homicídio aconteceu no dia 9 de setembro de 2025, em uma residência no bairro Dr. Airton Rocha, na zona Oeste da capital roraimense. A vítima foi morta a tiros dentro do imóvel.

As apurações indicam que o suspeito preso teria atuado como motorista, sendo responsável por conduzir o autor dos disparos até o local do crime e garantir sua fuga após a execução.

Segundo o delegado, o caso foi investigado em diferentes fases e resultou no cumprimento de diversas ordens judiciais em Boa Vista e no município de Mucajaí. Mesmo após a conclusão do inquérito e envio à Justiça, as equipes continuaram as buscas por suspeitos que ainda estavam foragidos.

Informações recentes levaram os policiais até Manaus, onde o investigado estaria residindo. Após monitoramento e cruzamento de dados, a equipe confirmou a localização do suspeito, que foi encontrado em uma farmácia no bairro Tancredo Neves, zona Leste da capital amazonense. Ele foi abordado sem resistência.

Após a prisão, o jovem foi encaminhado ao 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foram realizados os procedimentos legais.

O delegado destacou que o trabalho da Polícia Civil continua mesmo após o encerramento formal das investigações. “Nosso compromisso é com a completa elucidação dos crimes e a responsabilização de todos os envolvidos, independentemente do tempo ou da localização”, afirmou.

O preso permanece à disposição da Justiça e deve passar por audiência de custódia. O caso segue sendo acompanhado pela Delegacia Geral de Homicídios.



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