O presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi (Podemos) afirmou que não irá abrir mão de defender a legislação de Mato Grosso, mesmo após a recente pressão dos Estados Unidos, sob o presidente Donald Trump.
O Escritório Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) mencionou, nesta semana, a lei de Mato Grosso que retira benefícios fiscais das empresas signatárias da Moratória da Soja, como exemplo a não seguido, e sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros.
Max Russi celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.
“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos", disse.
"Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre o Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, completou.
A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).
Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus…
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