Uma mulher estava viajando pela Europa quando sofreu uma picada de inseto. Julia Newton-Mercer, de 43 anos, pensou que fosse algo inofensivo, mas, dias depois, acabou tendo que ir ao hospital e passar por uma cirurgia de emergência para evitar a amputação das pernas.
O caso aconteceu em 2022, mas voltou a repercutir nesta semana após a publicação no portal Daily Star.
Julia contou que foi picada por um inseto no tornozelo esquerdo enquanto tomava sol perto do hotel, na ilha italiana de Sardenha. A região rapidamente começou a coçar e inflamar, embora ela tenha presumido que fosse apenas uma reação ao bicho.
Mesmo depois de voltar para o Reino Unido, a picada continuou causando coceira e dor. Julia, então, foi ao médico, que receitou antibióticos.
Infelizmente, após meses de medicamentos sem efeito, uma enorme bolha preta surgiu na parte de trás da perna de Julia. Ao ser levada às pressas para o hospital, os médicos disseram que ela estava com uma infecção generalizada.
Temendo perder as duas pernas, a britânica foi submetida a uma cirurgia que “salvou sua vida”.
Recuperação
Embora tenha conseguido evitar a amputação, Julia ainda enfrentou cerca de 10 meses de cirurgias. Ela também precisou passar por diversos enxertos de pele em outubro de 2024 e fevereiro de 2025, além de deixar o emprego por não conseguir mais se locomover sozinha.
Embora a causa exata da reação não tenha sido confirmada, um amigo médico de Julia acredita que a picada possa ter sido provocada por uma aranha-violino, conhecida por causar necrose nos tecidos.
“Quando paro para pensar nisso, fico realmente chocada com o quanto minha vida mudou. Não consigo sair sem alguém comigo, e é uma vida completamente diferente. Pelo resto da minha vida, vou viver com medo de que essa condição volte”, contou ao portal The Sun.
Por: Metrópoles