O senador Jaime Bagattoli (PL) acentuou suas articulações no Congresso Nacional para pautar a votação do Veto 50/2025. O parlamentar busca a derrubada da decisão do Governo Federal que barrou integralmente o projeto de lei voltado aos ex-funcionários da Eletrobras.
A meta do senador Bagattoli é restaurar a validade do PL 1791/2019, proposta que obrigava o reaproveitamento de trabalhadores demitidos de empresas estatais privatizadas. A medida atende diretamente às reivindicações de profissionais desligados após a venda do grupo de energia.
A iniciativa visa corrigir distorções trabalhistas geradas pelas desestatizações e assegurar postos em órgãos públicos federais. O senador Bagattoli ressaltou que a derrubada do veto restabelecerá os direitos assegurados na proposta legislativa original aprovada pelas duas Casas.
De acordo com o senador Bagattoli, os trabalhadores afetados possuem alta qualificação técnica e o reaproveitamento deles evita o desperdício de conhecimento especializado no setor elétrico. O congressista informou que já protocolou requerimento formal solicitando a inclusão do tema nas próximas sessões conjuntas.
O político rondoniense defende que restabelecer o texto do projeto traz estabilidade institucional ao mercado e ampara socialmente os técnicos demitidos. Para o senador Bagattoli, garantir a reintegração significa promover justiça social com pais e mães de família afetados pelas demissões.
As negociações em Brasília ganharam força com a mobilização de frentes parlamentares que apoiam a causa dos eletricitários. O senador Bagattoli atua na formação de blocos partidários para obter a maioria absoluta de votos necessária para a rejeição do veto presidencial.
A atuação do senador Bagattoli ocorre em alinhamento com a Associação dos Ex-Empregados e Empregados Públicos da Eletrobras Rondônia (AEEPERO). O parlamentar mantém reuniões periódicas com a diretoria da entidade desde o ano passado para colher subsídios técnicos.
A associação representa centenas de pais de família que perderam seus empregos após a transferência do controle acionário da distribuidora regional. Os dirigentes da AEEPERO acompanham a tramitação em Brasília e pressionam outros integrantes da bancada federal rondoniense.
O avanço da pauta depende agora da definição do calendário de votações por parte da presidência do Congresso Nacional. O senador Bagattoli adiantou que manterá a cobrança pública até que o dispositivo seja apreciado em plenário pelos deputados e senadores.




