Dormir pouco — ou demais — pode acelerar envelhecimento

Dormir menos do que o necessário — ou até mesmo em excesso — pode acelerar o envelhecimento do corpo, segundo estudos recentes analisados por pesquisadores da área da saúde. A relação entre qualidade do sono e envelhecimento biológico voltou a chamar atenção após novos levantamentos sobre os impactos da privação de descanso.

Pesquisas apontam que noites mal dormidas afetam diretamente funções essenciais do organismo, como memória, imunidade, metabolismo e regeneração celular. Com o tempo, esses efeitos podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e problemas neurológicos.

Segundo especialistas, dormir menos de seis horas por noite por períodos prolongados pode elevar os níveis de estresse e inflamação no organismo, acelerando processos ligados ao envelhecimento precoce. Já o excesso de sono também pode indicar desequilíbrios metabólicos ou problemas de saúde ainda não diagnosticados.

Os estudos mostram que o sono é um dos principais mecanismos de recuperação do corpo. É durante esse período que ocorre a liberação de hormônios importantes, reparação celular e consolidação das funções cerebrais.

Além da quantidade de horas dormidas, médicos destacam que a regularidade do sono também faz diferença. Dormir e acordar em horários muito diferentes todos os dias pode prejudicar o relógio biológico e afetar o funcionamento do organismo.

Especialistas recomendam manter uma rotina de descanso equilibrada, evitar excesso de telas antes de dormir e buscar avaliação médica em casos de fadiga constante, insônia ou sonolência excessiva.

Com informações Exame

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