AMAZÔNIA CAMPONESA IX


No altar de um decesso social arruinado, a defraudação massacrante expõe o lar ao degredo através de um deletério danoso e horripilante da vida em desespero. De forma injusta e demasiada, o pão não demora e não chega na mesa do pobre, visto que as atividades camponesas são oprimidas por um sistema raivoso de ódio que culmina injustamente na expulsão de homens, mulheres e crianças de uma relação de sobrevivência com a mãe terra em visível estado de dor e desolação com a vida.

O lar é aniquilado de forma cruel e deplorável, causando um sentido depreciativo aos miseráveis da nação. Nessa lamúria desdenhosa e hostil, a luta pela sobrevivência na terra, torna-se cada vez mais vulnerável diante do esmaecimento de uma resistência marcada para morrer.

Nesse sistema descabido e descomedido que só produz desgraça e infortúnio, o desleixo e a negligência governamental se demostra cada vez mais doloso através de um engodo clarividente e de uma embófia enganadora do embuste ardiloso e excludente, que desterra o lar e os modos de vida de uma coletividade condenada ao malogro e a morte em vida.

Nesse embate pela sobrevivência na terra, prevalece a empáfia arrogante dos donos do poder. No desmazelo dessa disparidade social, as forças humanas dos mais pobres são debilitadas pela força do poder econômico, enquanto isso, os efeitos dessa escabrosidade desumana e doentia, promove sérios agravantes ao estado democrático de direito.

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