EUA – Uma estudante que viajava com os cinco italianos que morreram em um mergulho nas Maldivas desistiu de participar da expedição minutos antes do grupo descer do barco no Atol de Vaavu.

Montagem/Reprodução/Redes sociais/@Giorgia Sommacal/@Muriel Oddenino/@federico__gualtieri/Fondazione Premio Atlantide/Albatros Top Boat
Segundo o jornal italiano La Repubblica, a mulher, assim como quatro das vítimas, fazia parte da Universidade de Gênova e estava pronta para mergulhar, mas acabou desistindo de última hora.
Ainda não se sabe por que a estudante não quis participar da expedição. De acordo com o veículo, ela é uma testemunha fundamental para que as autoridades consigam entender os momentos antes do acidente e as intenções do grupo na caverna.
O governo local segue investigando o caso e iniciou uma operação de busca, considerada de alto risco, para encontrar as vítimas. Até o momento, apenas o corpo do instrutor de mergulho Gianluca Benedetti foi localizado. Ele acompanhava quatro pessoas ligadas à Universidade de Gênova: a professora Monica Montefalcone, sua filha e estudante Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado em biologia Federico Gualtieri.
De acordo com a imprensa italiana, os mergulhadores saíram para a expedição na manhã de quinta-feira e foram dados como desaparecidos no início da tarde, quando não retornaram à superfície. Quem notificou o sumiço dos turistas foi a tripulação da embarcação em que viajavam.
A causa das mortes ainda não foi revelada. No entanto, segundo autoridades, os mergulhadores tentavam explorar cavernas submarinas a cerca de 50 metros em uma região onde a profundidade recomendada para mergulho recreativo é de 30 metros. Além disso, as condições climáticas não estavam favoráveis e um alerta amarelo de mau tempo havia sido emitido.