A 30ª edição da Marcha para Jesus em Rio Branco será realizada no próximo dia 30 de maio e contará com mudanças no percurso tradicional, além de show nacional do cantor gospel Thalles Roberto. A concentração está marcada para as 15h, em frente ao Palácio Rio Branco, no centro da capital acreana.
Consolidada no calendário oficial do estado, a Marcha para Jesus deve reunir cerca de 20 mil pessoas, segundo a organização. O evento é promovido pela Associação dos Ministros do Evangelho do Acre (Ameacre), com apoio logístico e institucional do governo do Estado.
Neste ano, o trajeto retoma parte das primeiras rotas utilizadas nas edições iniciais da mobilização religiosa. A caminhada terá início pela Avenida Getúlio Vargas, seguindo pela Ponte Metálica em direção ao Segundo Distrito.
Os participantes retornarão pela Rua 6 de Agosto e voltarão ao Primeiro Distrito pela Ponte Sebastião Dantas. O percurso segue pela Rua Marechal Deodoro até a Rua Rui Barbosa, passando em frente à Prefeitura de Rio Branco, com encerramento novamente no Palácio Rio Branco, onde ocorrerá o show de Thalles Roberto.

Segundo a organização, todo o trajeto e a área destinada ao show terão esquema de segurança reforçado, com atuação da Polícia Militar do Acre (PMAC) e apoio de empresas especializadas.
A estrutura inclui planejamento voltado ao controle do público e à organização do evento ao longo do percurso.
A governadora Mailza Assis afirmou que a realização da 30ª edição reforça a presença da Marcha para Jesus no calendário estadual.
“A Marcha para Jesus movimenta a cidade e promove valores como união e respeito. É um evento que já faz parte da identidade do nosso povo e que demonstra a força da comunidade cristã na construção de uma sociedade mais fraterna”, declarou.
O presidente da Ameacre, pastor Eldo Gama, destacou que a expectativa para esta edição é positiva e ressaltou a dimensão cultural do evento para a comunidade evangélica acreana.
“Também fazemos parte da produção cultural do nosso povo. A música e a dança evangélicas integram essa cultura. Como os evangélicos também fazem a diferença, entendemos que a marcha deve ser considerada um evento de patrimônio”, afirmou.