O delegado de Polícia Civil Guilherme Bertoli afirmou, nesta quarta-feira (13), no júri do investigador Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado do homicídio do policial militar Thiago de Souza Ruiz, que encontrou indícios de uso de drogas na conveniência em que o crime ocorreu.
Ela narrou que a vítima estava alterada, que ia algumas vezes ao banheiro, provavelmente para usar entorpecente
Segundo ele, uma trabalhadora relatou que trouxinhas com suposto entorpecente caíram do bolso do PM morto e que ele ia com frequência ao banheiro.
A morte de Thiago Ruiz ocorreu no dia 27 de abril de 2023, dentro da conveniência localizada em um posto de combustível em frente à Praça 8 de Abril, na Capital.
Ao ser questionado pelo advogado Cláudio Dalledone, que faz a defesa do réu, o delegado titular da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derfva), que à época dos fatos teria sido acionado como superior de Mário Wilson, relatou que, ao chegar ao local, percebeu que o ambiente estava em desordem.
“A porta de vidro estava encostada e pude ver que tinha tido uma possível luta corporal. Eu vi algumas trouxinhas, aparentemente de drogas, 5 ou 6, de cor preta”, disse.
“Eu perguntei para a atendente. Ela narrou que a vítima estava alterada, que ia algumas vezes ao banheiro, provavelmente para usar o entorpecente, e retornava. E que aqueles papelotes, aquelas trouxinhas que estavam no chão, tinham caído do bolso da vítima”, relatou.
O delegado também mencionou outros objetos fora do lugar, como um…
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