O tráfego de veículos sobre a ponte do Rio Tarauacá, localizada no km 535 da BR-364, em Tarauacá, foi parcialmente liberado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) após a conclusão de mais uma etapa das obras de prolongamento da estrutura.
A liberação ocorre depois da finalização dos serviços estruturais no lado direito da ponte, no sentido crescente da rodovia, permitindo que os veículos passem a utilizar parte da nova estrutura enquanto as obras continuam na outra extremidade.
Segundo o DNIT, os trabalhos seguem com a execução das longarinas e demais etapas previstas no projeto.
Trânsito seguirá em sistema alternado
Durante o período de operação parcial, o tráfego funcionará em sistema alternado.
Equipes permanecerão no local realizando o controle de passagem por meio da operação “Pare e Siga”, além do funcionamento de dois semáforos instalados nas proximidades da ponte.
A orientação é para que os motoristas respeitem a sinalização e reduzam a velocidade ao trafegar pela área da obra.
O engenheiro responsável pelos serviços, Marcelo Aguiar, afirmou que a execução segue critérios técnicos voltados à segurança e durabilidade da estrutura.
“Estamos agora liberando o lado direito da ponte para que a população possa fazer uso. Seguiremos os trabalhos cumprindo as exigências técnicas para entregar uma obra resistente e duradoura”, declarou.
Obra faz parte do Novo PAC
As obras de prolongamento da ponte sobre o Rio Tarauacá integram o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contam com investimento de aproximadamente R$ 12 milhões.
Segundo o DNIT, a intervenção foi necessária devido às alterações naturais no curso do rio, que passaram a exigir reforço estrutural da travessia para garantir estabilidade e segurança no trecho.
O projeto prevê o prolongamento da ponte em 70 metros, divididos em dois segmentos de 35 metros, além da implantação de novos pilares, execução de laje de transição e recomposição do aterro de acesso.
O superintendente regional do DNIT no Acre, Ricardo Araújo, afirmou que a liberação parcial representa avanço importante no cronograma da obra.
“Tivemos algumas alterações no cronograma durante a execução, e isso acabou ampliando o prazo, mas foi necessário para preservar a qualidade da obra”, afirmou.