Veja os vírus que mais causam problemas respiratórios

O Acre enfrenta, neste início de 2026, a circulação predominante de três importantes vírus respiratórios: Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Influenza A e Rinovírus. A informação consta no Boletim Semanal de Síndromes Respiratórias divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre).

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De acordo com o levantamento, entre os pacientes atendidos nas unidades sentinelas com sintomas gripais, os vírus mais detectados foram Rinovírus, Influenza A e VSR, indicando que esses agentes estão entre os principais responsáveis pelos casos leves e moderados registrados no estado.

Já entre os pacientes hospitalizados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o cenário também aponta forte presença desses mesmos vírus. O boletim destaca que, em 2026, o VSR aparece como principal causador das internações, seguido pelo Rinovírus, além de registros de Influenza A, incluindo subtipos como H1N1 e H3N2.

Segundo a Sesacre, o avanço do VSR preocupa especialmente por ser uma das principais causas de internação em crianças pequenas e idosos, grupos considerados mais vulneráveis às complicações respiratórias.

Entenda os três vírus que mais circulam no Acre

Vírus Sincicial Respiratório (VSR)
É um dos principais causadores de bronquiolite e pneumonia em bebês, crianças pequenas e idosos. Pode provocar tosse, chiado no peito, febre e dificuldade para respirar.

Influenza A
É um dos vírus da gripe e pode causar febre alta, dores no corpo, cansaço, tosse e complicações pulmonares. Entre os subtipos mais conhecidos estão H1N1 e H3N2.

Rinovírus
É o principal responsável por muitos resfriados comuns. Costuma causar coriza, espirros, congestão nasal, dor de garganta e tosse, mas também pode agravar quadros em crianças e idosos.

SRAG

O boletim também aponta que o Acre registrou 973 casos de SRAG até a 16ª semana epidemiológica de 2026, número superior ao mesmo período de 2024 e 2025, reforçando o cenário de alerta para a rede de saúde pública.

Diante do aumento de casos, as autoridades reforçam a importância da vacinação, higiene frequente das mãos, uso de máscara em ambientes de risco e procura por atendimento médico ao surgirem sintomas como febre persistente, tosse intensa e dificuldade para respirar.

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