Empresário, assessor e presidentes de institutos também são alvos…



A investigação do Ministério Público do Estado (MPE) que culminou na Operação Emenda Oculta, deflagrada nesta quarta-feira (30), também teve como alvos um empresário, um assessor parlamentar e presidentes de institutos.
 
São eles: o empresário João Nery Chiroli, dono da Sem Limite Esporte e Eventos Ltda.; Samara Regina Lucas Barbosa, presidente do Instituto Social Mato-Grossense (Ismat); Alex Jony Silva, presidente do Instituto Brasil Central (Ibrace); e o assessor da Assembleia Legislativa João Batista de Almeida e Silva.
 
Além deles, também foram alvos o deputado estadual Elizeu Nascimento (PL) e seu irmão, o vereador por Cuiabá Cezinha Nascimento (Novo).
 
A operação investiga um suposto direcionamento irregular de emendas parlamentares aos institutos privados ligados aos agentes políticos.
 
Contra os investigados, foram cumpridos mandados de busca e apreensão. As sedes das entidades também foram alvo das diligências.
 
A informação consta em decisão da desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, da Terceira Câmara Criminal, à qual a reportagem teve acesso.
 
Bloqueio de bens
 
Além das buscas, a Justiça de Mato Grosso determinou o bloqueio de bens de Elizeu no valor de até R$ 250 mil; de Cezinha, até R$ 120 mil; e do empresário João Nery Chiroli, até R$ 350 mil.
 
Os institutos Ibrace e Ismat, além da empresa Sem Limite Esporte e Eventos Ltda., também tiveram bens bloqueados, no montante de até R$ 720 mil.
 
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