Investigador aponta conexão entre o Assassino do Zodíaco e o caso da Dália Negra

Dois dos maiores enigmas criminais da história dos Estados Unidos podem estar interligados por um único nome. O investigador independente Alex Baber trouxe a público uma nova hipótese que conecta os brutais assassinatos atribuídos ao Assassino do Zodíaco, ocorridos no final dos anos 60, ao notório e nunca solucionado caso da Dália Negra, de 1947.

A chave para essa possível conexão reside na decifração de uma das mensagens criptografadas enviadas pelo Zodíaco, conhecida como “Z13”. Segundo Baber, após meses de análise técnica, o código revelaria o nome “Marty Merrill”.

O Elo: Marvin Margolis

A tese do investigador sugere que “Marty Merrill” seria, na verdade, um pseudônimo de Marvin Margolis, um ex-namorado de Elizabeth Short, a vítima do caso Dália Negra. Se confirmada, a teoria mudaria completamente o curso das investigações sobre o serial killer que aterrorizou a Califórnia e o assassino que chocou Los Angeles em 1947.

Para sustentar sua hipótese, Baber apresentou uma série de evidências:

  • Análise Caligráfica: O pesquisador aponta semelhanças entre a caligrafia de Margolis e as cartas enviadas pelo Zodíaco, destacando padrões fonéticos e erros de grafia consistentes.

  • Desenhos incriminadores: O investigador relata ter tido acesso a um desenho feito por Margolis anos após o crime de 1947, que conteria detalhes dos ferimentos da vítima que só seriam conhecidos pelo autor do crime.

  • Inteligência Artificial: O cruzamento de dados e a identificação do pseudônimo teriam sido facilitados pelo uso de ferramentas de IA, com suporte consultivo de ex-profissionais de criptografia dos EUA.

Mistérios sem Solução

O caso da Dália Negra, que vitimou a jovem Elizabeth Short de 22 anos, continua sendo um dos capítulos mais obscuros da crônica policial americana. O nome “Dália Negra”, que se tornou lendário, foi uma associação da mídia da época inspirada em um filme lançado na ocasião.

Por outro lado, o Assassino do Zodíaco nunca foi oficialmente identificado, apesar de décadas de especulação. Até o momento, as agências oficiais, incluindo o FBI, não se manifestaram sobre as descobertas de Baber. A comunidade de entusiastas de true crime mantém cautela, reforçando que, apesar de fascinante, a teoria ainda carece de validação pericial e forense pelas autoridades competentes.

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