Casa da Mulher Brasileira em Porto Velho é retomada por Léo Moraes após reformulação do projeto


A Casa da Mulher Brasileira em Porto Velho voltou a avançar após reformulação conduzida pela gestão do prefeito Léo Moraes. O projeto, herdado da administração anterior, apresentava inconsistências técnicas e risco de não atender aos padrões exigidos pelo Governo Federal.

A unidade é voltada ao atendimento de mulheres em situação de violência e deve centralizar serviços especializados em um único espaço na capital de Rondônia. De acordo com a atual gestão, o projeto original previa a instalação da unidade em uma área de grande circulação, no entorno de uma feira com intenso fluxo diário de pessoas.

A proposta foi considerada inadequada para o tipo de atendimento, que exige privacidade, segurança e acolhimento às vítimas. Além disso, a ordem de serviço assinada no fim da gestão anterior não apresentava viabilidade prática para execução, o que levantou o risco de a obra se tornar um “elefante branco”.

Reformulação técnica e novo local

A partir desse cenário, a Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres iniciou uma mobilização para revisar o projeto. A ação envolveu órgãos públicos e equipes técnicas da Prefeitura de Porto Velho. Engenheiros e arquitetos da própria administração municipal realizaram a readequação da proposta, alinhando o projeto às exigências técnicas do Governo Federal.

Como resultado, foi definido um novo local para a construção da unidade: a Zona Leste da capital, na avenida Guaporé com a rua Atlas. Segundo a prefeitura, a escolha do novo endereço levou em consideração critérios técnicos e estratégicos.

A região apresenta demanda por políticas públicas e permite maior alcance no atendimento às mulheres. A proposta é garantir um espaço mais adequado, afastado de áreas com grande aglomeração, oferecendo melhores condições de acolhimento.

Estrutura vai concentrar serviços especializados

A Casa da Mulher Brasileira é um centro de atendimento humanizado que reúne, em um único local, diversos serviços voltados a mulheres em situação de violência.

Entre os atendimentos previstos estão apoio psicológico, assistência social, orientação jurídica e encaminhamento para a rede de proteção. A iniciativa integra uma política nacional de enfrentamento à violência contra a mulher e busca oferecer suporte integral às vítimas.

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