O professor de economia da Unemat, Maurício Munhoz, chamou a atenção para a atitude contraditória do presidente Lula, ao lembrar que no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro ele criticava os juros altos definidos pelo Banco Central (BC).
Agora, diz o economista, com a manutenção dos juros no mesmo patamar, o presidente segue quieto e não critica mais a mesma política econômica praticada pelo seu indicado, Gabriel Galípolo. Ele afirmou que a taxa média real de juros do Brasil de 14,75% é a segunda mais alta do mundo, e só perde para a Turquia.
“O Lula, quando era o presidente anterior (Roberto Campos Neto), ele criticava, porque os juros estavam alto. Agora, que é um presidente indicado por ele, parou de criticar e a política é a mesma. É uma política muito nefasta para o país”, disse em entrevista ao MidiaNews. Campos Neto foi indicado pelo ex-presidente Bolsonaro.
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Contradições; vídeo Economista: Lula criticava Bolsonaro por juros, mas mantém "política nefasta" Economista: Lula criticava Bolsonaro por juros, mas mantém "política nefasta"
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