São Paulo – Após comentar que tem conhecido melhor as religiões de matriz africana, Luana Piovani, 49, revelou a definição sobre sua relação com a fé e a religião. Em entrevista ao podcast “Conversa Vai, Conversa Vem”, a atriz explicou que, segue sendo cristã, mas virou uma “evangélica macumbeira”.
Luana explicou que sempre teve vontade de conhecer melhor outras religiões, mas só conseguiu dar o primeiro passo com a maturidade.
“Acabei de me tornar macumbeira e estou muito feliz e orgulhosa. […] Levei anos tendo curiosidade, sem saber se era a hora e se eu realmente queria. Mas chega num momento da vida… 50 anos, né?”, afirmou.
“Sou brasileira, tudo que é de matriz africana me interessa, é meu povo, minha música, meu DNA. […] Fui para Salvador, era a hora de eu ir a um terreiro e me aproximar de algo com que me identifico tanto”, completou.
No entanto, a atriz declarou que crescer na igreja evangélica acabou criando um conflito com seu novo momento. Ela também contou que foi a avó, que a introduziu ao cristianismo.
“Li a Bíblia, fui para Israel, sempre gostei muito da cultura judaica por conta do Velho Testamento. Religião é reverenciar e respeitar a natureza, os seres humanos, a diversidade, pregar o amor”, refletiu.
A atriz ainda criticou comportamentos de evangélicos na atualidade, avaliando que a religião se tornou “o que há de pior no ser humano”.
“Virou o protótipo de um ser desprezível. De alguém que não respeita a diferença”, detonou. “Sou evangélica e tenho lugar de fala para dizer: a maioria dos evangélicos hoje é uma raça que, pelo amor de Deus! Achou ruim? Come menos!”, concluiu.
