Cabeça de homem decapitado pela mulher foi achada dentro de mochila

A cabeça foi encontrada dentro de uma mochila. A Polícia Civil de São Paulo investiga os detalhes de um homicídio com requintes de crueldade que abalou a cidade de Itaquaquecetuba neste último domingo (29/3). Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, foi presa em flagrante após matar e decapitar seu companheiro, Daniel dos Santos, de 32 anos.

O crime ocorreu no apartamento onde a acusada vivia com seus dois filhos pequenos, de 3 e 6 anos. A brutalidade do caso ganhou contornos ainda mais graves após a confirmação de que a mulher enviou fotos e vídeos do corpo para seus próprios familiares logo após o ato.

De acordo com o portal Metrópoles, os policiais militares que atenderam a ocorrência encontraram a cabeça da vítima escondida dentro de uma mochila, enquanto o corpo havia sido arrastado para o banheiro do imóvel.

Motivação e depoimento da acusada

Em depoimento oficial às autoridades de Itaquaquecetuba, Paula apresentou uma justificativa para a violência, alegando uma reação instintiva de proteção familiar.

  • Alegação de Assédio: A mulher afirmou que fingia dormir no chão da sala quando viu Daniel abrir a fralda de seu filho de 3 anos. Nesse momento, ela teria pegado uma faca e golpeado o companheiro, que dormia no sofá.

  • Consumo de Substâncias: Paula confirmou que o casal passou a noite consumindo álcool e drogas na companhia de um amigo, que havia deixado o local pouco antes do crime.

  • Limpeza da Cena: Quando a PM chegou, parte do apartamento já havia sido limpa. A faca utilizada na decapitação foi lavada, configurando indícios de fraude processual.

Resumo do caso: Itaquaquecetuba (2026)

Confira os pontos centrais da investigação conduzida pela Polícia Civil:

A defesa da acusada tenta sustentar a tese de legítima defesa de terceiro, mas o delegado responsável pelo caso solicitou a conversão da prisão para preventiva. Segundo o levantamento do Metrópoles, a frieza de Paula ao gravar e enviar as imagens do crime para o ex-marido e para a própria mãe pesou contra a narrativa de surto momentâneo.

O ex-marido relatou à polícia que só acreditou no ocorrido após receber os arquivos digitais. As crianças foram acolhidas e o caso segue em instrução para verificar se houve participação de terceiros ou se a motivação alegada pela mulher possui respaldo nas perícias técnicas que serão realizadas no local.

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