Após polêmica com ex-funcionária, Isis Valverde publica desabafo: ‘A verdade sempre encontra o seu caminho’


A ex-funcionária também refutou os comprovantes de pagamento de FGTS, INSS, recibos salariais e documentos rescisórios apresentados pela defesa de Isis, alegando que os valores não contemplavam as horas extras, o intervalo intrajornada reduzido e o alegado acúmulo de funções. Ela ainda contestou a versão de que teria deixado o trabalho regularmente para frequentar cursos, sustentando que caberia à atriz comprovar tal afirmação.

A ex-funcionária manteve ainda os pedidos de danos morais, argumentando que a suposta jornada excessiva, a falta de pagamento das verbas correspondentes e a acumulação de tarefas teriam afetado sua saúde, seu descanso e sua dignidade.

Antes que o caso chegasse a uma sentença definitiva, contudo, as partes optaram pela conciliação. Em decisão assinada em 25 de novembro de 2025, o juiz Bruno Andrade de Macedo homologou o acordo firmado entre Isis e a ex-funcionária. Pelo acerto, a atriz concordou em pagar R$ 30 mil à ex-funcionária, divididos em seis parcelas mensais de R$ 5 mil. O documento previa multa de 50% sobre eventual parcela paga em atraso. Com a homologação do acordo, o processo foi encerrado de forma definitiva.



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