Orelha quente


Quem acompanhou a reunião fechada do Ministro 
Santoro com o superitendente do DNIT, Ricardo Araújo, na sede do DNIT, ficou assombrado. Foi 
puxão de orelha para 
todo lado com direito à famosa “comida de rabo” na frente dos cabeças do 
DNIT. A pressão é imediata para que a 
BR-364 mude o patamar de Lula no Acre,
já que muito dinheiro está sendo investido.

Ação imediata

A governadora Mailza Assis Cameli deixou claro que a responsabilidade pela reconstrução da ponte de Sena Madureira é da empresa contratada para executar a obra. Segundo ela, o Estado já adotou as medidas cabíveis e seguirá acompanhando todo o processo até que a estrutura seja devolvida à população.

Sem traição

No campo político, a chefe do Palácio Rio Branco também demonstrou confiança na manutenção da aliança com o MDB. Ela afirmou acreditar que o partido permanecerá na base governista e descartou a possibilidade de apoio ao senador Alan Rick.

Diferente

Tem gente que prefere os holofotes. Outros trabalham em silêncio. É o caso de Tony Roque, secretário de Cuidados da Cidade, uma das pastas mais cobradas da administração municipal. Discreto, sem fazer alarde e longe das redes de autopromoção, Tony coleciona algo cada vez mais raro no serviço público: o respeito e a admiração dos próprios colaboradores. E não é por acaso.

Pegou a vassoura

No último sábado, logo após o encerramento do jogo do Brasil na Copa do Mundo, no telão da Praça da Revolução, enquanto muita gente já seguia para casa, o secretário pegou uma vassoura e se juntou aos garis na limpeza do local. A cena chamou a atenção de quem estava por perto, mas, segundo pessoas da própria equipe, não teve nada de extraordinário. Pelo contrário: atitudes assim fazem parte da rotina dele.

Grande feito

Pode parecer um gesto simples, daqueles que passam despercebidos para a maioria. Mas, na política e na gestão pública, são justamente os pequenos atos que costumam revelar o caráter das pessoas. E, pelo visto, Tony Roque prefere liderar pelo exemplo, sem vaidade e sem precisar de plateia.

Ausências

Exceção feita à deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos/AC), nenhum outro parlamentar federal participou da agenda com o ministro dos Transportes, George Santoro. É sintomático. Armada com o ameaçador sapato de trecho de BR, mesmo sem dar nenhuma contribuição efetiva ao debate, a “Filha da Terra” estava lá. Ponto pra ela. Demonstrou que a agenda da BR unifica o Acre. Ou deveria.

Intervenção

Vamos dar ao fato o que o nome exige. O que o ministro Santoro veio fazer aqui foi uma intervenção. O Dnit local não fez coisas básicas. Em alguns trechos, descuidou até da simples sinalização. A avaliação foi: “o Governo Federal, que já colocou R$ 2 bilhões em três anos de mandato Lula3, anuncia mais R$ 3 bi e ainda vai ficar apanhando politicamente?! Não pode! Alguma coisa precisa ser feita”. E foi feita.

A coisa

Pessoas da estrita confiança de Jorge Viana, coordenadas pelo ex-presidente do Deracre Sérgio Nakamura, fizeram uma espécie de mapeamento de todo o trecho entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul, pontuando tudo (frisa-se: tudo) o que seria necessário fazer para garantir a execução dos trabalhos em duas frentes. A primeira é a operação “tapa-buraco” para garantir fluxo de veículos. A segunda é o trabalho estruturante, até mesmo com uso de macadame hidráulico.

Apresentação

Na prática, foi exatamente a apresentação desse documento em detalhes o que foi mostrado para o ministro Santoro na agenda que teve na sede do Dnit, em Rio Branco. Aliás, neste ponto, uma ressalva se faz necessária: o atual superintendente do Dnit no Acre, Ricardo Araújo, foi cobrado com vigor por aquilo que não foi feito. As falas foram em um tom acima. Quem ouviu não entendeu o porquê de Araújo não ter pedido para sair.

Amadorismo

A BR-364 no trecho acreano não é para amador. Só para que o leitor tenha dimensão do que está se falando: cada quilômetro pavimentado com macadame hidráulico tem custo orçado em R$ 6 milhões. Faça as contas, leitor. Só nesse trecho ingênuo entre Rio Branco e o aeroporto, veja quanto dá. E não se esqueça de multiplicar por dois (porque são duas vias).

Seguro

Deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) traz uma novidade importante: o contrato do seguro da obra da ponte Frei Paolino Baldassari, de Sena Madureira, sumiu. Não se encontra esse documento de jeito nenhum. Até o TCE já cobrou e ainda não obteve respostas para avaliar os termos.

Outro valor

A Justiça bloqueou R$ 36 milhões da Construtora Cidade. É o tanto que foi licitado. Mas houve aditivo. A secretária de Estado de Comunicação, Nayara Lessa, informa que o tanto que o Estado tenta reaver é R$ 47 milhões.

Comissão

Magalhães disse que não descarta a possibilidade de se criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para tratar da ponte que desabou. Ele está tentando criar uma comissão suprapartidária para que se busque por informações dando ao episódio o tratamento mais amplo e democrático possível.

Mas…

Mas se houver resistência, o jeito será apelar para a CPI. E qual seria o deputado que se negaria a assinar? Sobretudo os de Sena estão moralmente comprometidos em querer responsabilizar quem deixou de trabalhar direito em Sena Madureira. Ou será que os deputados não estão tão comprometidos assim com o problema?

Mudança no altar

O Acre está entre os estados brasileiros com as maiores taxas de casamentos civis do país, segundo dados do IBGE. O desempenho reforça que, apesar das transformações nos modelos familiares, a formalização das uniões continua forte no estado, contrastando com a realidade de regiões onde os índices vêm diminuindo.

Dependência do SUS

Levantamento baseado em dados do DataSUS mostrou que 95% dos acreanos utilizaram o Sistema Único de Saúde em 2024, colocando o estado no topo do ranking nacional. O número evidencia a importância do fortalecimento da rede pública para garantir assistência à população.

Sangue que salva

A programação do Hemoacre em homenagem ao Dia Mundial do Doador de Sangue reforçou a necessidade de manter os estoques abastecidos durante todo o ano. Em um sistema que depende da solidariedade voluntária, cada bolsa coletada pode beneficiar mais de um paciente.

Amor e gratidão

O nascimento de Davi, filho do senador Marcio Bittar e de Thais Bittar, foi marcado por uma mensagem de fé e esperança compartilhada nas redes sociais. O casal definiu a chegada do bebê como a “resposta de muitas orações”, emocionando amigos e seguidores.

Futebol e empreendedorismo

A estreia do projeto “Copa do Nosso Jeito” transformou a transmissão do jogo do Brasil em oportunidade para pequenos empreendedores acreanos ampliarem suas vendas. A iniciativa mostrou que grandes eventos esportivos também podem impulsionar a economia local.

Empate na largada

A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo com empate em 1 a 1 diante do Marrocos. Depois de sair atrás no placar, o Brasil reagiu com um belo gol de Vinícius Júnior, mantendo viva a expectativa da torcida para a sequência da competição.

Torcida em família

A Concha Acústica, em Rio Branco, virou ponto de encontro de famílias acreanas durante a transmissão da partida do Brasil. A presença de pais, filhos e grupos de amigos demonstrou como o futebol segue sendo um elemento de integração social.

Economia solidária em campo

Além da paixão pela Seleção, os espaços destinados aos empreendedores da economia solidária durante o “Copa do Nosso Jeito” deram visibilidade à produção local. Gastronomia regional e artesanato ganharam novos consumidores em meio ao clima de Copa do Mundo.

Fé que inspira

As declarações públicas feitas por personalidades políticas sobre momentos marcantes da vida pessoal revelam uma característica cada vez mais presente na sociedade brasileira: a valorização da espiritualidade como elemento de fortalecimento familiar.

Cartórios movimentados

Os números do IBGE indicam que os estados da Região Norte lideram os registros de casamentos proporcionais à população adulta. O cenário mostra que, no Acre, a tradição do casamento civil continua desempenhando papel importante na organização das famílias e na garantia de direitos.



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