Vítimas cobram tornozeleira após empresária ser vista em show…



A defesa de um casal de vítimas da empresária Taiza Tosatt Eleotério da Silva, ré por suposto envolvimento em um esquema de pirâmide financeira, pediu à Justiça a reimposição da prisão domiciliar com monitoramento eletrônico da investigada após ela ser vista na Exponorte, em Sinop, no final de maio passado.

A ré não ostenta mais qualquer vulnerabilidade de saúde que impeça o uso de tornozeleira eletrônica

 
Em reportagem publicada pelo MidiaNews em novembro de 2024, eles revelaram terem perdido R$ 200 mil após investir na DT Investimentos, de propriedade de Taiza. Segundo o casal, a aplicação prometia rendimento de 3% ao mês e foi apresentada por pessoas ligadas à empresa como um investimento seguro.
 
Taiza foi presa em 31 de outubro de 2024 durante a Operação Cleópatra, deflagrada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e permaneceu detida na Cadeia Feminina de Colíder até fevereiro de 2025, quando passou a cumprir medidas cautelares.
 
Em novembro do ano passado, quando estava grávida, a Justiça revogou a prisão domiciliar da empresária e determinou a retirada imediata da tornozeleira eletrônica. A decisão levou em consideração sua condição de saúde, a proximidade do parto e a incompatibilidade do equipamento com os procedimentos médicos necessários durante o atendimento obstétrico.
 
No pedido protocolado na segunda-feira (8), a defesa do casal sustentou que as circunstâncias que justificaram a retirada da tornozeleira deixaram de existir….



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