Somália cobra explicações após EUA vetar árbitro na Copa do Mundo


Somália – O governo da Somália se pronunciou após o governo dos Estados Unidos proibir a entrada do árbitro Omar Abdulkadir Artan no país. O juiz seria o primeiro somali a arbitrar na competição e agora as autoridades do país exigem uma classificação sobre a situação.

(Foto: Reprodução/Instagram/@ref_artan)

Em um comunicado emitido na manhã desta terça-feira (9), o Ministério Público e Esporte da Somália disse que está colaborando com o Ministério dos Negócios Estrangeiros por meio diplomático para obter uma “explicação clara” sobre o assunto.

Omar Abdulkadir Artan foi impedido de entrar nos Estados Unidos ao ter sua entrada barrada no Aeroporto de Miami, apesar de ter um passaporte diplomático e ter sido selecionado pela Fifa para apitar a Copa do Mundo de 2026. O árbitro não pode ir para o Canadá ou o México, os outros dois países sedes, por conta de todos os árbitros estarem sediados na Flórida. O árbitro somali, de 32 anos, foi eleito o melhor árbitro da África no ano passado.

Em seu primeiro pronunciamento, Omar Abdulkadir Artan agradeceu à “família do futebol” pelas mensagens que recebeu e desejou “muito sucesso” aos árbitros que vão apitar a copa. O árbitro afirmou que “Apesar das circunstâncias, mantenho uma atitude positiva e estou centrado nos próximos desafios da minha carreira como árbitro”, disse.





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