Bolsa Família contempla mais de 1,1 milhão de famílias no Maranhão em maio


Mais de 1,16 milhão de famílias maranhenses recebem o Bolsa Família neste mês de maio. De acordo com o Governo Federal, os pagamentos contemplam beneficiários dos 217 municípios do estado, com investimento superior a R$ 810,2 milhões. O valor médio do benefício no Maranhão é de R$ 696,50. O calendário de pagamentos começou nesta segunda-feira (18) e segue até o dia 29, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS).

Entre os adicionais previstos pelo programa, 512.649 crianças de até seis anos recebem o Benefício Primeira Infância no estado. O complemento garante R$ 150 extras por criança, totalizando um investimento de R$ 74,1 milhões.

O programa também inclui benefícios complementares de R$ 50 destinados a 43.166 gestantes, 24.392 nutrizes e 910.999 crianças e adolescentes entre sete e 18 anos no Maranhão. Os repasses para esses grupos ultrapassam R$ 46,5 milhões.

Neste mês, o Bolsa Família alcança ainda grupos prioritários no estado, como 3.083 famílias com pessoas em situação de rua, 10.615 famílias indígenas, 78.743 quilombolas, 208 famílias com crianças em situação de trabalho infantil, 4.947 famílias com pessoas resgatadas de trabalho análogo à escravidão e 2.772 famílias de catadores de material reciclável.

São Luís lidera o ranking de municípios com maior número de beneficiários, com 119.305 famílias atendidas. Em seguida aparecem Imperatriz (29.246), São José de Ribamar (25.833), Timon (25.026) e Chapadinha (22.668).

Já o município de Jenipapo dos Vieiras registra o maior valor médio de benefício no estado, com R$ 804,56 por família. Na sequência estão Belágua (R$ 799,75), Fernando Falcão (R$ 781,68), Amarante do Maranhão (R$ 776,80) e Arame (R$ 762,13).

Em todo o país, o Bolsa Família atende mais de 19,08 milhões de famílias em maio, alcançando cerca de 49,57 milhões de pessoas. O investimento federal no programa neste mês soma R$ 12,9 bilhões, com benefício médio nacional de R$ 678,01 por família.

O programa também mantém a chamada Regra de Proteção, voltada às famílias que tiveram aumento de renda. Atualmente, mais de 2,26 milhões de famílias brasileiras seguem recebendo parte do benefício mesmo após ingressarem no mercado formal de trabalho ou ampliarem a renda mensal.

*Fonte: GOV



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