O subdefensor público-geral Rogério Borges Freitas foi afastado do cargo por 60 dias após denúncias envolvendo supostos casos de assédio sexual e moral dentro da instituição.
Entre as possíveis ações, cabe à Comissão atuar no recebimento de denúncias, no apoio integral às vítimas
O afastamento foi feito de modo cautelar e determinado pela defensora pública-geral Maria Luziane Ribeiro de Castro, com vigência a partir da última terça-feira (13).
Por meio de nota, a defensoria disse que o afastamento ocorre em razão de decisão elaborada em procedimento administrativo interno, mas não detalha o teor da apuração.
O caso será analisado pela Comissão de Prevenção, Tratamento e Enfrentamento do Assédio Moral e do Assédio Sexual (CPTEA), que tem dentro da Defensoria Pública.
Não há informações oficiais, porém, do que se trata a denúncia contra Borges Freitas.
“Entre as possíveis ações, cabe à Comissão atuar no recebimento de denúncias, no apoio integral às vítimas, inclusive na orientação sobre necessidade de apoio específico (psicológico, médico e/ou jurídico) e no encaminhamento do caso, quando couber, à Corregedoria-Geral ou outras instâncias competentes”, consta na nota de Luziane Ribeiro.
A Defensoria também afirmou que trata eventuais denúncias “nas…
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