Acre mantém nível de alerta para casos de SRAG

A nova edição do boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgada nesta quinta-feira (14), aponta que o Acre segue com nível de alerta de risco ou alto risco com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

O aumento de SRAG no país ocorre principalmente nas crianças menores de 2 anos e é impulsionado pelo vírus sincicial respiratório (VSR). As demais faixas etárias apresentam estabilização do número de casos.

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A atualização é referente à Semana Epidemiológica 18, período de 3 a 9 de maio.

Fiocruz aponta estados com incidência com nível de alerta de risco ou alto risco

Fiocruz aponta estados com incidência com nível de alerta de risco ou alto risco/Foto: Fiocruz

Além do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins também apresentam incidência de SRAG em nível de alerta de risco ou alto risco.

O Boletim verificou que 15 das 27 capitais apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas) com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana 18. Além de Rio Branco, estão na lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Dados epidemiológicos

Em nível nacional, o cenário atual sinaliza aumento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e estabilidade ou oscilação na tendência de curto prazo (últimas três semanas). Em 2026, já foram notificados 57.585 casos de SRAG, sendo 26.338 (45,7%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 21.500 (37,3%) e cerca 5.653 (9,8%) aguardando resultado laboratorial.

A nova edição do sinaliza ainda que este ano já foram verificados 26,3% de influenza A, 2,2% de influenza B, 25,3% de vírus sincicial respiratório, 36,1% de rinovírus e 7,4% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 27,2% de influenza A, 3,7% de influenza B, 41,5% de vírus sincicial respiratório, 25,5% de rinovírus e 2,9% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

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