EUA – Três moradores de Hoschton, na Geórgia (EUA), foram presos sob acusação de crueldade contra animais após matarem a tiros a porca de estimação de Garrett Cox, um garoto de 12 anos com autismo e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). O animal, chamado Bootsy, de 180 quilos, foi encontrado morto ao lado de uma panela com água quente, indicando que seria cozida.
Garrett e Bootsy tinham uma ligação especial: o menino cuidava da alimentação, do banho e do bem-estar da porca, além de participarem juntos de competições de suínos, onde chegaram a ganhar prêmios. “Eu sinto muito a falta dela”, disse Garrett em entrevista à Fox 5 Atlanta.
De acordo com os pais do garoto, a porca fugiu da propriedade da família e, durante a busca, eles ouviram tiros. Ao se aproximarem, encontraram Mai Kia Vang-Moua, de 54 anos, e as mulheres Maysy Moua, 59, e Kee Moua, 33, usando aventais e luvas, ao lado do corpo do animal e de uma panela com água quente.
“Tinha uma corda com sangue ao lado do corpo dela”, contou o pai, Matt, acreditando que Bootsy já estava preparada para ser cozida.
Quando questionados, os três afirmaram à polícia que acreditavam se tratar de um animal selvagem. A família de Garrett, porém, rebate que Bootsy tinha uma etiqueta visível na orelha, comprovando que era de fazenda. “Eles sabiam o que estavam fazendo”, declarou a mãe, Kerrie.
Bootsy foi enterrada no celeiro da família, enquanto os vizinhos acusados seguem detidos, respondendo pelo crime de crueldade contra animais.
