projeto dos EUA integra soldados e máquinas


EUA – A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA, na sigla em inglês) divulgou um relatório no qual detalhou como os cientistas ligados ao Departamento de Guerra dos Estados Unidos estavam trabalhando no desenvolvimento de um novo tipo de tecnologia com interface cérebro-computador.

(Foto:Reprodução/X/@DeptofWar)

Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, ela permitiria uma conexão direta entre militares e sistemas de armamento, sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

O DARPA vem se destacando como um “celeiro” do Pentágono, devido aos seus diversos projetos futuristas.

Conhecida como programa de Neurotecnologia Não Cirúrgica de Próxima Geração (N3), a empreitada relatada pelo relatório permitiria que militares na ativa controlassem drones e outros sistemas de segurança diretamente com a mente.

Para isso, utilizaria um dispositivo portátil capaz de interpretar os sinais cerebrais de seu usuário e também enviar informações dos drones de volta ao cérebro.

O projeto, atualmente listado como “concluído” pela DARPA, foi inicialmente dividido em três fases de elaboração.

A primeira, com duração de 12 meses, seria dedicada à testagem dos componentes básicos responsáveis pela leitura e registro dos sinais cerebrais, além da capacidade de enviar essas informações de volta ao cérebro.

A segunda fase, com duração de 18 meses, seria concentrada na integração desses componentes em um sistema funcional. Nessa etapa, os testes foram realizados em animais vivos para verificar se o conjunto conseguia, de fato, ler e escrever sinais cerebrais de forma segura e eficaz.

Já a terceira fase, também prevista para 18 meses, focaria no aperfeiçoamento do dispositivo, com o objetivo de aumentar a velocidade de transmissão dos sinais.

No entanto, segundo o Daily Mail, as informações sobre o projeto praticamente desapareceram após o início da última fase, que também previa testes em humanos.

Desde julho de 2023, não houve novas atualizações públicas a respeito e não se sabe, por exemplo, se os dispositivos funcionaram como esperado.

Operações na Venezuela e Irã

Em meio à escassez de informações sobre o desenvolvimento da nova tecnologia, circularam relatos não verificados associando inovações semelhantes a operações militares recentes. Um deles envolve a operação que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro.





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