AVIAÇÃO E PETRÓLEO – Diário do Amapá


 

Cleber Barbosa
Editor de Turismo

 

O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Wandenberg Pitaluga Filho falou sobre os impactos econômicos iniciais da atividade petrolífera no estado, inclusive para o turismo. O gestor enfatiza a criação da rota aérea entre Macapá e Oiapoque, resultado da articulação entre o Governo do Amapá, o senador Davi Alcolumbre, a Petrobras e a Azul Linhas Aéreas.

Segundo Pitaluga, a nova malha aérea é utilizada para o transporte de trabalhadores envolvidos na pesquisa de exploração de petróleo na Margem Equatorial. Atualmente, cerca de 400 colaboradores atuam no regime de embarque para a prospecção na costa amapaense. Anteriormente, o deslocamento ocorria a partir de Belém, o que limitava os impactos diretos da operação no estado.

Com a reestruturação logística, o fluxo de voos semanais entre Macapá e Oiapoque tem contribuído para aquecer setores como hotelaria, alimentação e serviços.

“O Governo realizou uma articulação com a Petrobras visando movimentar a rede hoteleira e os restaurantes, além de demonstrar nossa capacidade operacional. Os impactos relacionados a esta indústria já estão sendo sentidos no Amapá”, afirmou o presidente da Agência.”

Estratégia e ação governamental

Durante recente entrevista, Pitaluga ressaltou o potencial econômico da exploração petrolífera na região da Foz do Amazonas. De acordo com estimativas mencionadas pelo gestor, a área possui potencial de reservas expressivo, volume que, segundo ele, tem capacidade de transformar significativamente a economia local.

“Fala-se em um volume capaz de gerar uma transformação econômica profunda, comparável a grandes polos de desenvolvimento, em termos de pujança”, declarou.

 

 



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