Brasil – Universidades brasileiras começaram a adotar diretrizes formais para regulamentar o uso de inteligência artificial em atividades acadêmicas. As novas regras foram divulgadas nesta semana e orientam estudantes e professores sobre o uso correto da tecnologia no ambiente universitário.

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Os manuais explicam como ferramentas de IA podem ser utilizadas sem prejudicar o aprendizado, buscando evitar dependência excessiva durante tarefas, pesquisas e avaliações.
Entre os usos permitidos estão tradução de textos, elaboração de resumos, organização de cronogramas e apoio em estudos. No entanto, as instituições alertam que respostas produzidas integralmente por sistemas automatizados não podem ser entregues como se fossem autoria do aluno.
O uso de inteligência artificial durante provas, sem autorização prévia do professor, poderá ser considerado fraude acadêmica.
As normas também reforçam a necessidade de transparência. Em trabalhos acadêmicos, os estudantes deverão informar quando utilizaram ferramentas de IA na produção do conteúdo.
Especialistas defendem que a adaptação ao novo cenário exige compromisso ético de alunos e docentes, além de mudanças graduais nos métodos de ensino e avaliação.