Homem é preso após furtar igreja em Jataí e vender objetos sagrados por R$ 20


CRIME

Suspeito arrombou sacristia, levou itens avaliados em mais de R$ 13 mil

Suspeito de furtar igreja em Jataí (Foto: reprodução)

Um homem foi preso após invadir a Igreja Matriz de Jataí, no sudoeste de Goiás, e furtar objetos utilizados nas celebrações religiosas. Segundo a Polícia Militar, os itens, avaliados em mais de R$ 13 mil, foram vendidos pelo suspeito a um ferro-velho por apenas R$ 20. O crime ocorreu na terça-feira (21), por volta das 14h.

O suspeito teria se aproveitado do baixo movimento na região central da cidade para arrombar uma das portas de acesso à sacristia na Rua Benjamin Constant, no setor Central.

De acordo com a PM, o homem forçou a entrada, chegando a entortar as dobradiças da porta de madeira para conseguir invadir o local. Já no interior da igreja, ele foi direto até a sacristia, onde revirou armários e gavetas em busca de objetos de valor. Entre os itens levados estão um cálice folheado a ouro, um suporte de bronze para a Bíblia e pratos metálicos usados durante as missas.

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Toda a ação foi registrada pelas câmeras de segurança da igreja, o que possibilitou a identificação do suspeito. Após o furto, ele fugiu do local, mas foi localizado pouco tempo depois por equipes da Força Tática da Polícia Militar, durante patrulhamento na região.

Durante a abordagem, os policiais encontraram, dentro da mochila do suspeito, um cálice pertencente à igreja. Questionado, ele confessou o crime e informou que havia vendido os demais objetos a um ferro-velho localizado no setor Nova Esperança.

Os policiais se deslocaram até o estabelecimento, onde o responsável confirmou a compra pelo valor mencionado, alegando não saber que se tratavam de produtos furtados.

Parte dos itens foi recuperada, incluindo o cálice folheado a ouro. O suspeito foi encaminhado à delegacia e deve responder por furto qualificado. Já o dono do ferro-velho também foi detido e poderá responder por receptação.

Os dois permaneceram à disposição da Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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