
Douglas Lima
Editor
Para explicar o funcionamento dos subsídios do programa Morar Bem Amapá, lançado na manhã desta segunda-feira, 20, o executivo da Vex Construções, Bruno Schlittler, falou ao programa Ponto de Encontro (Diário FM 90,9).
A empresa que Bruno representa foi a primeira a aderir à parceria público-privada para enfrentar o déficit habitacional do estado por meio do programa, uma iniciativa do deputado estadual Acácio Favacho em parceria com o senador Randolfe Rodrigues e o governador Clécio Luís, além do deputado federal Paulo Lemos.
“Esse programa foi concebido com o sonho de reduzir esse déficit habitacional; ele adiciona um subsídio do governo estadual ao do Minha Casa, Minha Vida. Ele soma, não substitui”, esclareceu Bruno.
Ao detalhar os valores aos quais os beneficiários terão acesso, o executivo explicou que, quanto menor a renda familiar, maior será o auxílio.
Confira a divisão por faixas:
Faixa 1: Renda de até R$ 3.200 — Subsídio de R$ 55 mil;
Faixa 2: Renda de até R$ 5.000 — Subsídio de R$ 35 mil;
Faixa 3: Renda de até R$ 9.600 — Subsídio de R$ 20 mil.
Bruno argumentou que, com a composição da renda familiar e a soma dos subsídios dos dois programas, o valor restante do imóvel pode ser quitado via financiamento com a Caixa Econômica Federal.
Fiscalização e adesão
Além da Vex, Bruno mencionou que a Fênix Construtora também aderiu à parceria. Ele ressaltou que há uma rigorosa fiscalização da documentação dos interessados, que passa pela aprovação da Secretaria Estadual de Habitação (Sehab) antes da liberação do recurso.
“Não é só facilitar a compra da primeira casa ou sair do aluguel, é morar com dignidade. Isso falta no Brasil. Vi o empenho de todos os envolvidos no programa Morar Bem Amapá; isso fará o bem para todos”, concluiu o executivo.
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