Psol anuncia servidora como pré-candidata ao Governo e antibolsonarista como opção para o Senado



O Psol anunciou, nesta sexta-feira (17), a servidora pública Rosimayre Patrícia Aires da Silva como pré-candidata ao Governo e o ex-presidente do PDT, Mário Souza Rocha, como segunda opção da sigla para a disputa pelo Senado em 2026.

O anúncio ocorre após o partido recuar da ideia de coligar com a federação PT-PCdoB-PV, união que previa apoio à possível candidatura da professora Antônia Pedrosa para o Palácio Senador Hélio Campos. O movimento seguiu uma tendência nacional da sigla psolista, que recusou a proposta de federação com o partido do presidente Lula (PT).

De acordo com o Psol, as pré-candidaturas reúnem experiência na linha de frente da saúde pública e combate à “velha política”. O partido também esclareceu que mantém a pré-candidatura ao Senado do artista e ativista indígena Bartô Macuxi. Em 2022, ele ficou em quarto lugar na disputa pela câmara alta com 11.171 votos.

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“A chapa propõe um projeto de renovação para Roraima, pautado na inclusão social, na defesa das pessoas trabalhadoras e no alinhamento com as pautas democráticas nacionais”, declarou o Psol em nota à imprensa.

Quem é Rosimayre Silva

O Psol apresenta Rosimayre como mulher negra nascida no Amazonas, moradora de Roraima há quase 50 anos e mãe de três filhos e avó de três netos. É formada pela Universidade Estadual de Roraima (Uerr), artesã e servidora pública concursada desde 2017, com lotação atual no Caps AD III (Centro de Atenção Psicossocial).

“Podem esperar de mim o comprometimento principalmente com a parte humana, com os menos favorecidos e desassistidos, sem discriminação de qualquer natureza. Quero uma Roraima mais unificada, sem preconceitos, onde todos possam ter oportunidades de saúde, trabalho, lazer e educação de qualidade”, afirma Rosimayre.

Quem é Mário Rocha

Mário Rocha é apresentado pelo Psol como alguém “com uma vasta experiência e histórico na vida política roraimense”, lembrado como presidente do PDT de Roraima entre 2002 e 2011. Ele também foi superintendente estadual do Trabalho.

O Psol ainda apresenta Rocha como pré-candidato anticorrupção e pró-estabilidade democrática do Brasil e revela que ele rompeu com antigos aliados “por não compactuar com traições políticas e presenciar a compra de votos em pleitos passados”.

“Temos uma luta forte a ser travada no Senado: não permitir que a direita enfraqueça o Judiciário e dar sustentabilidade ao governo do presidente Lula. O futuro de Roraima e do Brasil exige paz permanente, prosperidade e um país justo. Fora bolsonarismo”, declarou.



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