Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa” é cremado em momento especial


O esporte mundial perdeu um de seus maiores ícones nesta sexta-feira, 17 de abril. Oscar Schmidt, o maior cestinha do basquete brasileiro e referência internacional na modalidade, faleceu aos 68 anos após sofrer uma parada cardiorrespiratória. O ex-atleta deu entrada no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), já sem sinais vitais, após apresentar um mal-estar em sua residência. Oscar travava uma longa batalha contra um tumor cerebral diagnosticado em 2011, e sua saúde já apresentava sinais de fragilidade após uma cirurgia recente.

A despedida do ídolo seguiu o desejo de sua esposa, Maria Cristina, ocorrendo de forma discreta e reservada a familiares próximos. Em uma última homenagem carregada de simbolismo, o corpo do “Mão Santa” foi vestido com a camisa da Seleção Brasileira de basquete ainda na unidade hospitalar, antes de ser levado ao crematório na noite de sexta-feira. Através das redes sociais, a família agradeceu as inúmeras mensagens de solidariedade que inundaram a internet e solicitou privacidade para atravessar o momento de luto.

Oscar Schmidt deixa um legado inigualável, marcado pela conquista do ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis em 1987 e por ser o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos. Conhecido pela dedicação extrema e pelo patriotismo, o ex-jogador sempre rejeitou o apelido de “Mão Santa”, preferindo ser lembrado pela sua “mão treinada”. A morte do eterno camisa 14 gerou comoção entre atletas, autoridades e fãs, consolidando seu nome como uma das figuras mais resilientes e inspiradoras da história do esporte nacional.

Este é um momento de profunda tristeza para quem acompanhou os arremessos precisos do Oscar. Você tem alguma lembrança marcante da carreira dele ou gostaria de saber mais sobre as homenagens que estão sendo preparadas em Natal, sua cidade natal?



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